Olá, como vão?
Hoje trago um recorte bem resumido do meu trabalho de conclusão de curso, onde conto um pouco a história da mulher. Para olharmos para o futuro, precisamos conhecer nosso passado e não repetir os mesmos erros! Vamos lá?
Historicamente, na idade da pedra os seres humanos
trabalhavam em prol de um bem comum: a terra. Os sexos já se dividiam na
questão dos trabalhos exercidos, pois o homem era quem trazia o alimento, e a
mulher era quem permanecia no lar, realizando jardinagem, tecelagem, confecção
de instrumentos, entre outros, tornando-se uma importante peça na vida
econômica da época...
Com o passar dos anos, vieram descobertas que facilitaram mais a vida da população como o estanho, a prata, o cobre, além do desenvolvimento da agricultura; e o homem sai em busca de outros homens para se tornarem escravos e auxiliarem nessas novas explorações, já que sozinho não obtinha resultados satisfatórios. A propriedade privada então começou a se constituir. Tornando-se dono de tudo, o homem também se tornou proprietário da mulher.
Durante um período da construção da história do Brasil, em sua grande maioria, a mulher não assumiu o papel de protagonista, tendo sua participação limitada apenas ao papel de esposa e mãe. Sua educação estava relacionada à forma de cuidar da casa e da família e como executar essa tarefa da melhor maneira possível, desenvolvendo dotes “femininos” como costura, tricô, entre outros.
No decorrer da história, a família patriarcal ganhou cada vez mais força, onde a mulher, dentro desse grupo, era dominada pelo homem e a transferência das posses acontece de pai para filho. Em consequência de todo esse processo, a mulher via o casamento como algo necessário, em vista de sua dependência econômica e de sua representação de objeto sexual para o marido.
Com a guerra, esse quadro sofreu alterações, mudando costumes opressores e discriminatórios, pois a mulher começou a participar ativamente da sociedade e das indústrias, aumentando sua força e exposição, já que antes era mantida em casa, realizando trabalhos domésticos e agora, começou a possuir uma vida social ativa. Com essas mudanças, as crianças foram enviadas às creches e berçários, dividindo assim, o papel da família de educar e ensinar, de cuidar da alimentação, entre outros.
Para a mulher ser vista como sujeito de direitos e ser inserida na sociedade foi necessária uma grande mudança sociocultural e psicológica. Claramente, foi um processo conflituoso, pois não se muda uma ideologia da noite para o dia, já que foram séculos, seguindo determinado comportamento. Para se alcançar a desconstrução da desigualdade de gênero, o movimento feminista contribuiu de forma muito efetiva, problematizando questões que precisavam ser reconhecidas na trajetória histórica da mulher.
Após anos de dominação e subordinação, ainda há luta; a mulher busca apreciação e confirmação, iniciando a conquista de espaços públicos e privados, escrevendo uma nova história para si, onde se coloca como protagonista e não mais como espectadora, como ser que possui, em sua existência, inúmeras alternativas e oportunidades.
Com o passar dos anos, vieram descobertas que facilitaram mais a vida da população como o estanho, a prata, o cobre, além do desenvolvimento da agricultura; e o homem sai em busca de outros homens para se tornarem escravos e auxiliarem nessas novas explorações, já que sozinho não obtinha resultados satisfatórios. A propriedade privada então começou a se constituir. Tornando-se dono de tudo, o homem também se tornou proprietário da mulher.
Durante um período da construção da história do Brasil, em sua grande maioria, a mulher não assumiu o papel de protagonista, tendo sua participação limitada apenas ao papel de esposa e mãe. Sua educação estava relacionada à forma de cuidar da casa e da família e como executar essa tarefa da melhor maneira possível, desenvolvendo dotes “femininos” como costura, tricô, entre outros.
No decorrer da história, a família patriarcal ganhou cada vez mais força, onde a mulher, dentro desse grupo, era dominada pelo homem e a transferência das posses acontece de pai para filho. Em consequência de todo esse processo, a mulher via o casamento como algo necessário, em vista de sua dependência econômica e de sua representação de objeto sexual para o marido.
Com a guerra, esse quadro sofreu alterações, mudando costumes opressores e discriminatórios, pois a mulher começou a participar ativamente da sociedade e das indústrias, aumentando sua força e exposição, já que antes era mantida em casa, realizando trabalhos domésticos e agora, começou a possuir uma vida social ativa. Com essas mudanças, as crianças foram enviadas às creches e berçários, dividindo assim, o papel da família de educar e ensinar, de cuidar da alimentação, entre outros.
Para a mulher ser vista como sujeito de direitos e ser inserida na sociedade foi necessária uma grande mudança sociocultural e psicológica. Claramente, foi um processo conflituoso, pois não se muda uma ideologia da noite para o dia, já que foram séculos, seguindo determinado comportamento. Para se alcançar a desconstrução da desigualdade de gênero, o movimento feminista contribuiu de forma muito efetiva, problematizando questões que precisavam ser reconhecidas na trajetória histórica da mulher.
Após anos de dominação e subordinação, ainda há luta; a mulher busca apreciação e confirmação, iniciando a conquista de espaços públicos e privados, escrevendo uma nova história para si, onde se coloca como protagonista e não mais como espectadora, como ser que possui, em sua existência, inúmeras alternativas e oportunidades.

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